Como surgiu a legging?

Você já parou pra se perguntar qual a origem dessa peça de roupa que, nos dias de hoje, é quase tão essencial como uma camiseta branca?

É difícil encontrar alguém que não tenha uma única calça legging em seu guarda-roupa, assim como não é nada incomum saber de pessoas que tem elas em diversos modelos, cores e texturas. Seja para sair, fazer exercício ou ficar em casa, a calça legging é uma peça que oferece inúmeras possibilidades de combinações nasais diferentes situações. Mas, e quando foi que essa peça tão essencial surgiu?


Aos analisarmos a linha do tempo da história da moda, vê-se que foi no século XIV a primeira vez que se viu algum similar as leggings que conhecemos nos dias de hoje: homens escoceses usavam duas meias longas sem pés. Feitos de couro ou cota de malha (consiste em uma série de entrelaçamentos de pequeninas argolas de metal) e apreciam sendo usadas tanto em momentos casuais quanto militares.


Durante séculos essa peça foi evoluindo nas mais diversas formas, sejam formas de uso, materiais e ocasiões e foi, finalmente, nos anos 1950, que a icônica atriz da época, Audrey Herpburn, apareceu com um calça estilo capri, mais justa ao corpo do que se estava acostumada a ver nas décadas anteriores. Pode se entender então, que esse foi mais um importante passo dado em direção à legging da maneira que conhecemos nos dias de hoje.


É impossível seguir falando das calças leggings sem falar de elastano (ou Lycra, marca registrada mais conhecida), que é uma fibra sintética resistente super elástica. Esse material foi criado em 1958 pela empresa americana DuPont. Logo após, no ano seguinte, surgiu a primeira legging feita de lycra e, nos anos 60, a indústria da moda começo, aos poucos, apostar nessa peça de roupa. Uma tendência dessa época que chamou a atenção foi estilista Emilio Pucci, que investiu em versões estampas que também podiam ser usadas por baixo e saias e vestidos.


Uma década depois, em 1970, essa tendência veio cheia de força bastante influenciada pela série As Panteras (1976), onde as personagens principais usavam modelos coloridos, vibrantes e com a cintura bem alta: eram as disco pants. E esse foi o modelo que ganhou maior referência quando usada pela Sandy, personagem de Olivia Newton-John no filme Grease (1978).


Em 1980, duas grades personalidades trouxeram a legging para diferentes ambientes: a atriz Jane Fonda lançou seus famosos vídeos de ginástica, onde, com frequência, aparecia de leggings. Além dela, Madonna aderiu essa moda na era de sua música Like a Virgin.

Durante a década de 90, a legging acabou perdendo um pouco do destaque que vinha tendo por conta das calças baga e cargo, modelos mais largos que ganharam certa popularidade. Mas, logo nos anos 2000, a legging voltou em um dos seus fits mais polêmicos - a capri.


Desde então, a legging não saiu mais de moda. A peça é queridinha de quase qualquer guarda-roupa e virou sinônimo de conforto e street style.


Além disso, com toda evolução do visual da legging, também temos visto uma grande evolução em relação a matéria-prima, ou seja, tecidos de altíssima qualidade, que não deixam transparente e são biodegradáveis - uma vez que o elastano, quando em sua composição tradicional, pode levar centenas de anos para se desfazer.


Marcas como a Impacto Activewear Sustentável, trabalham com leggings minimalistas que podem te acompanhar nos mais diferentes momentos que você possa imaginar e são feitas a partir de poliamida biodegradável Amni Soul Eco® , uma tecnologia brasileira, inovadora e pioneira no mundo. A formulação deste fio em nylon 6.6 foi aprimorada para permitir que roupas feitas a partir dele se decomponham rapidamente após seu descarte em aterros sanitários. A decomposição, que antes demorava décadas para ocorrer na poliamida, agora acontece em menos de 3 anos (o produto não se desfaz com o uso, precisa ser levado à um aterro sanitário para isso acontecer). Este fio batizado de AMNI Soul Eco® foi pesquisado e desenvolvido pela Rhodia®, uma empresa do grupo Solvay®.


A rápida biodegradabilidade da poliamida (3 anos em aterro sanitário) é uma grande vantagem quando comparada à peças de poliéster que demoram cerca de 400 anos para se decompor em aterros sanitários.

Escrito por,

Equipe Impacto

5 visualizações0 comentário